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Vinificação

Onde a paixão pelo velho mundo e as novas tecnologias se cruzam para redefinir a nossa região atlântica.

Características Naturais

A nossa filosofia é reduzir ao mínimo a nossa intervenção, deixando que as caraterísticas do nosso “terroir” transpareçam nos nossos vinhos. Por ser um dos edifícios mais antigos na Quinta, adaptámos a Adega para melhor se adequar aos novos métodos de produção vinícola, procurando conservar a sua beleza histórica. O nosso trabalho é assim muito manual, e para além do empilhador e correia transportadora, todas as medições, testes, monitorizações e limpezas são feitas manualmente, o que não só permite uma enorme atenção aos detalhes como lhe confere um toque mais pessoal e humano.

No caso dos Vinhos Brancos os cachos de uvas colhidos manualmente chegam à adega em caixas de 20kg, sendo depois prensados na prensa pneumática para reduzir as pisaduras nas cascas das uvas e extrair o seu mais puro mosto. Este é depois cuidadosamente bombeado para cubas de aço inoxidável refrigeradas, onde fica durante 24 horas, sendo depois decantado e passado para cubas ou barricas para estágio e fermentação. O Arinto e Alvarinho envelhecem em barricas, sendo as suas borras mexidas para evitar redução, realçar aromas e aumentar a estrutura. A grande variedade de barricas de carvalho vindo de diferentes florestas francesas e o seu diferente grau de torrefação garantem uma grande intensidade e complexidade aos nossos vinhos.

No caso dos Vinhos Tintos, os cachos colhidos manualmente chegam à adega em caixas de 20kg, são desengaçados e as uvas levemente pisadas até abrirem. Depois são levadas por uma correia transportadora para fermentação em cubas refrigeradas para atrasar este processo. Nesta fase pisamos as uvas que estão nos lagares de pedra, bombeando o mosto sobre as uvas que se encontram em cubas de aço inoxidável. As leveduras​ indígenas na pele das uvas permitem que a fermentação se inicie após uma maceração a frio, sendo a temperatura ajustada para os 25ºC. Durante e depois da fermentação são realizadas ​remontagens frequentes até que o António esteja satisfeito com a quantidade de taninos extraída. É fundamental provar regularmente o vinho para que a sua evolução seja controlada do princípio ao fim. Depois de prensado, o vinho é colocado em barricas onde envelhece até estar pronto para ser engarrafado.

A TRADIÇÃO CRUZA-SE COM A TECNOLOGIA

Mantivemos a estética e estrutura da nossa antiga adega, mas investimos em equipamento e técnicas de ponta.

ALGUMAS UVAS SÃO AINDA PISADAS DA MANEIRA TRADICIONAL COM OS PÉS.

Para além de fazer parte do património da nossa região, alguns vinhos tintos melhoram muito com esta técnica.

­Estes vinhos são fermentados nos antigos e frescos lagares de pedra da adega. A sua grande área de superfície contribui para a intensificação de aromas, enquanto o pisar diário quebra levemente a estrutura celular das uvas sem ferir as suas sementes amargas. Os vinhos são todos verificados duas vezes ao dia, para controlar a ​temperatura e densidade. Dependendo do estilo que procuramos, os vinhos são envelhecidos em cubas de aço inoxidável ou barricas de carvalho francês, e são estabilizados, filtrados e engarrafados no local. Inevitavelmente, muitos são também bebidos no local!

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